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Trump anuncia fim do diálogo com o Irã; país pode ser atacado em breve

Trump anuncia fim do diálogo com o Irã; país pode ser atacado em breve
Trump anuncia fim do diálogo com o Irã; país pode ser atacado em breve

Num contexto de tensão crescente no Oriente Médio, o presidente norte-americano, Donald Trump, utilizou sua plataforma pessoal para declarar o rompimento de qualquer negociação ou via de diálogo com o governo iraniano, ao mesmo tempo em que incentivou os participantes dos protestos locais a intensificarem suas ações contra o regime liderado pelos aiatolás. Essa postura surge em meio a uma onda de manifestações que se espalham por várias localidades do Irã desde o mês de dezembro, com relatos de um alto número de vítimas fatais entre os envolvidos e forças de segurança.


A mensagem divulgada por Trump na rede Truth Social enfatiza o apoio aos opositores do regime, com apelos diretos para que eles assumam o controle de estruturas estatais e registrem os responsáveis por violações.


“Patriotas iranianos, CONTINUEM A PROTESTAR —TOMEM SUAS INSTITUIÇÕES!!! Guarde os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um grande preço. Eu cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que essa matança sem sentido de manifestantes ACABE. AJUDA ESTÁ A CAMINHO. MIGA!!! [Make Iran Great Again]”, postou o presidente.

Especialistas em relações internacionais interpretam essa declaração como um indicativo de que os EUA podem estar se preparando para medidas mais agressivas, incluindo opções armadas, especialmente considerando eventos recentes como a operação em território venezuelano que resultou na captura do líder Nicolás Maduro, há cerca de uma semana.


Enquanto isso, grupos de defesa dos direitos humanos alertam para a iminente aplicação de pena capital a um detido ligado aos protestos, programada para esta quarta (14), o que marcaria o primeiro caso desse tipo desde o surgimento das mobilizações. A situação é agravada por precedentes de confrontos, como os bombardeios realizados pelos EUA contra instalações nucleares e comandantes militares iranianos no meio de 2024, durante disputas envolvendo Teerã e o governo de Israel, liderado pelo premiê extremista Benjamin Netanyahu.


Autoridades do Qatar, que têm atuado como intermediárias em disputas regionais e fortalecido laços com a administração Trump, expressaram preocupação com o risco de um conflito ampliado, destacando os impactos negativos potenciais para a estabilidade da área. Fontes internas do governo americano, em declarações à emissora CBS News, revelaram que o presidente já recebeu briefings sobre diversas estratégias de intervenção, abrangendo desde táticas digitais e cibernéticas até o emprego de armamentos sofisticados e mísseis de alta precisão à distância.

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