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Corpo encontrado em quintal pode ser de adolescente desaparecida em GO


A Polícia Civil de Goiás (PCGO) encontrou um corpo que pode ser da adolescente Beatryz Emelly Nunes da Silva Ferreira, de 14 anos, que desapareceu na manhã dessa terça-feira (20/1), após sair de bicicleta de casa e informar que iria à casa de um tio, em Britânia, no noroeste goiano.


O corpo foi encontrado no quintal da residência do suspeito, que seria uma pessoa próxima da família da adolescente, uma espécie de tio de consideração. O nome do suspeito não foi divulgado, mas, de acordo com a corporação, o homem está preso e confessou que matou a garota a pauladas


A Polícia Técnico-Científica foi acionada para realizar a perícia no local em que a adolescente foi encontrada e, segundo a corporação, amostras de DNA devem ser coletadas para a verificação da identidade da vítima.


Buscas pela adolescente

De acordo com informações preliminares da Polícia Militar, as buscas começaram após o registro do desaparecimento da adolescente, que foi informado à Polícia Civil, à Polícia Militar e ao Conselho Tutelar. Durante as diligências, surgiram pistas de que Beatriz havia estado, pela última vez, na casa do tio.


A jovem teria sido atraída à casa do suspeito sob o pretexto de que ajudaria a consertar um aparelho de telefone com defeito. A motivação do crime não foi revelada e ainda não se sabe se a adolescente foi vítima de violência sexual, mas a hipótese não está descartada.


Após ser abordado, o homem teria confirmado o envolvimento no crime. Segundo a PCGO, ele está sob custódia.


Corpo no quintal

Nesta quarta-feira (21/1), policiais militares estiveram na casa do suspeito depois que vizinhos contaram ter escutado barulho de escavação durante a madrugada. No entanto, quando chegaram ao imóvel, o homem não estava mais no local.


De acordo com os policiais, o quintal da residência estava com terra remexida e coberto com algumas folhas.


O homem foi localizado em outro ponto da cidade. Ao ser questionado, o suspeito alegou ter matado Beatryz, porque ela havia se negado a ajudá-lo a arrumar o celular. “Dei três pauladas e cortei o pescoço dela”, relatou aos PMs.


Do metropoles

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